No dia 1º de outubro, celebramos a festa litúrgica de Santa Teresinha do Menino Jesus, abrindo o Mês Missionário em toda a Igreja. Santa Teresinha é a padroeira das missões, pois era essa a intenção de seu coração no seio da Igreja.

Em outubro, somos convidados a refletir sobre a missão seguindo os passos de Santa Terezinha do Menino Jesus. Dentro de um Carmelo, entre suas relações, sua missão foi de um amor resiliente, de uma convivência fraterna e de um amor incondicional por Jesus. Uma missão baseada na intercessão pelas pessoas.

Santa Terezinha disse que não se contentava com uma única missão. Queria andar o mundo inteiro pregando sobre a cruz de Jesus, fazendo da sua vida uma missão. Por isso, ela dizia que nem no céu ela ficaria sem trabalhar, nos prometendo derramar uma chuva de rosas em forma de benção a todos nós. 

Somos missionários pelo nosso batismo. Mas, o que é ser missionário? É aquele que leva Jesus, aquele que leva boas notícias. 

Santa Terezinha tornou-se padroeira das missões sem sair do Carmelo. Se você puder ir para África, ou mesmo para a Amazônia, fazer missão, que bom. Mas na sua casa, no seu trabalho, nas suas relações sociais, a missão também pode ser vivenciada. 

E tem mais: o Documento de Aparecida nos diz que, dentro do nosso coração, existe uma terra estrangeira que talvez ainda não ouviu falar de Jesus. O nosso coração que, às vezes, está agonizando, precisando perceber, dentro de nós e ao nosso redor, o que ainda não foi tocado pelo Evangelho. Talvez falar de Jesus sem falar do nome Dele, mas sendo Jesus para as pessoas que estão ao seu redor.

Peçamos a Santa Terezinha que nos ajude a cultivar um coração missionário. Que possamos evangelizar o nosso coração em preparação para evangelizar o outro. 

Amém.

 

Flávia Lopes

fonte: https://marista.org.br/noticia/mes-missionario-onde-eu-estou-eu-sou-missao/